Cada vez mais, devido a recessão econômica, as pessoas optam por ser empreendedores e gerir o seu próprio futuro. O empreendedorismo é cada vez mais o motor de criação de novas empresas e Startups que visam melhorar o tecido econômico de um país. E o Brasil não é exceção.

Nesta matéria, vamos explicar-lhe um pouco sobre o que é este tema tão falado, e como pode criar a sua empresa, através de um bom plano de negócios.

O que é o empreendedorismo?

Empreendedorismo é o processo de iniciativa de implementar novos negócios ou mudanças em empresas já existentes. É um termo muito usado no âmbito empresarial e muitas vezes está relacionado com a criação de empresas ou produtos novos, normalmente envolvendo inovações e riscos que foram previamente calculados.

O empreendedorismo está muito relacionado na questão de inovação, onde existe o objetivo de criar algo novo dentro de um setor já existente ou criar um novo mercado. Diversas startups por exemplo, inovam dentro de um setor existente, promovendo melhorias amplamente significativas no mesmo.

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O conceito “Empreendedorismo” foi popularizado pelo economista Joseph Schumpeter, em 1945, como a base de sua teoria da Destruição criativa. Segundo Schumpeter, o empreendedor é alguém versátil, que possui as habilidades técnicas para saber produzir e colocar algo a funcionar corretamente, mas ao mesmo tempo capitalista porque consegue reunir recursos financeiros, organizar as operações internas e realizar as vendas de sua empresa.

O empreendedorismo é o principal fator promotor do desenvolvimento econômico e social de qualquer país. O papel do empreendedor é identificar oportunidades, agarrá-las e buscar os recursos para transformá-las em um negócio lucrativo e que gere emprego.

Os empreendedores têm como característica básica comum o espírito criativo e pesquisador. Ele está constantemente buscando novos caminhos e novas soluções, sempre tendo em vista as necessidades das pessoas. A essência do empresário de sucesso é a busca de novos negócios e oportunidades, além da preocupação com a melhoria do produto.

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Qual o papel de um plano de negócios para o empreendedorismo?

Um Plano de Negócios é um Plano base, essencial para a estruturação e defesa de uma nova ideia de negócios. Deve ser um Plano que se foque nas linhas essenciais do projeto, que defina a alocação dos vários tipos de recursos, que esteja concebido para concretizar a ideia que se pretende implementar e para solucionar os problemas que inevitavelmente aparecerão.

Infelizmente, a maioria das pessoas pensa num Plano de Negócios unicamente quando inicia um negócio ou quando se candidata a um financiamento de apoio ao empreendedorismo. No entanto, eles também são vitais para gerir o negócio, quer este necessite, ou não, de algum tipo de empréstimo ou financiamento.

Os negócios necessitam de planos que otimizem o seu crescimento e desenvolvimento, de acordo com as prioridades. Este deverá incluir um sumário, um objetivo, a identificação dos fatores-chave para o projeto ser bem-sucedido e análises de mercado e análises financeiras que sustentem devidamente a ideia que se pretende desenvolver

O plano de negócios de uma empresa tem três grandes funções:

  • Durante a sua elaboração, ajudar o empreendedor a compreender as várias vertentes do seu negócio  (que vão desde o mercado, produto, modelo de financiamento, modelo de negócios, drivers de crescimento e riscos do negócio);
  • Guiar o desenvolvimento da empresa a curto, médio e longo-prazo mediante um conjunto de objetivos previamente estabelecidos e acordados;
  • Ser um apoio para apresentação da empresa a outras partes interessadas (investidores, parceiros, …).

Um dos primeiros erros a evitar é fazer um Plano só para apresentação de uma proposta ou candidatura. O Plano deve ser pensado, desde o início da sua ideia, como o documento que traduz a estratégia que você quer implementar e que será a base da vida da Empresa nos primeiros tempos da sua existência.

Este será difícil de avaliar e/ou implementar a menos que seja Simples, Objetivo, Realista e Completo. Mesmo que seja todas estas coisas, um bom plano precisará sempre de alguém que o supervisione e/ou implemente.

O plano depende dos empreendedores e das suas equipas, particularmente durante o processo de compromisso e lançamento, e durante a implementação que se irá seguir. O sucesso da implementação começará, assim, com um bom plano.

Existem elementos que tornam mais provável que o plano seja bem-sucedido. Algumas pistas essenciais para a construção de um bom plano incluem:

1 – O plano é simples? É de fácil entendimento e execução? Transmite os seus conteúdos de forma fácil e prática?

2 – O plano é objetivo? Os seus objetivos são concretos e mensuráveis? Inclui ações específicas e atividades, cada uma delas com datas limite, pessoas responsáveis e orçamentos detalhados?

3 – Inclui um modelo financeiro sólido e bem fundamentado?

4 – O plano é realista? Inclui todos os elementos necessários?

Dedicar-se ao empreendedorismo não é simples, e para o fazer você tem que ser mesmo apaixonado por uma ideia ou projeto, pois todo o sucesso que poderá vir, será sempre responsabilidade sua, e do quanto se está a dedicar ao projeto.

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Principais erros de um plano de negócio

Os planos de negócios são, por norma, demasiado otimistas e os seus autores tendem a ser demasiado crédulos. Apesar de o plano de negócios ser um instrumento de venda da imagem da empresa e de apoio ao empreendedorismo, não deve nunca ser irrealista sob o risco de se tornar ineficaz.

Existem, neste âmbito, alguns erros básicos comuns, que levam frequentemente a erros de avaliação que podem conduzir ao insucesso completo da iniciativa. Apresentam-se a seguir alguns erros de raciocínio e/ou pressupostos que não devem ser assumidos, sem uma devida análise e sustentação por factos:

  • Os nossos clientes vão comprar o nosso produto / serviço, porque nós pensamos que é um bom produto;
  • Os nossos clientes vão comprar o nosso produto / serviço porque ele é tecnicamente superior;
  • Os nossos clientes concordam conosco acerca da excelência do nosso produto / serviço;
  • Os nossos clientes não correm qualquer risco quando compram os nossos produtos / serviços, o que não acontece quando o compram a outro fornecedor;
  • O produto / serviço vende-se por ele mesmo;
  • O distribuidor ficará orgulhoso por ter o nosso produto em stock;
  • Seremos capazes de desenvolver o nosso produto / serviço dentro do prazo e orçamento estabelecido;
  • Não teremos qualquer dificuldade em contratar o pessoal que precisamos;
  • Os concorrentes irão responder de forma racional à entrada do nosso produto no mercado;
  • Vamos conseguir ter sempre o preço mais baixo;
  • Toda a organização irá apoiar a nossa estratégia e vai dar-nos o apoio necessário.

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Ideias base para a criação de um PN de apoio ao empreendedorismo

Mostramos-lhe aqui alguns dos passos essenciais para a elaboração de um plano de negócios, sendo que deve ser sempre complementado com mais informações.

estrutura do plano de negocioA estrutura base é a seguinte:

  1. Sumário executivo;
  2. O histórico da Companhia e/ou dos promotores;
  3. O mercado subjacente;
  4. A nova ideia e o seu posicionamento no mercado; ´
  5. O Projeto/ Produto/ Ideia
  6. Estratégia Comercial;
  7. Projeções Financeiras;
  8. Gestão e controlo do negócio;
  9. Investimento necessário.

Ao seguir as nossas dicas seguintes de como preencher um PN vai perceber bem que para apoiar um empreendedor e conseguir apoios de diversas entidades vai precisar dele.

1 – Sumário executivo

Este é o capítulo mais importante de um plano de negócios. Deve sumarizar em não mais de 500 palavras toda a apresentação, que será mais detalhada nos capítulos seguintes. O sumário executivo é a primeira coisa a ser lida pelos potenciais investidores.

Se o sumário executivo não for claro, pode desencorajar os analistas de rever o plano completo. A maioria dos financiadores recebe muito mais pedidos de financiamento do que aqueles em que pode investir, e por isso, não se dispõe a correr riscos potenciando situações duvidosas de empreendedorismo.

Deve focar sempre estes pontos aquando da realização de mesmo:

  • Qual é o nome do negócio e a sua área de atividade?
  • Qual a missão?
  • Qual é o âmbito do negócio e o mercado potencial para os seus produtos?
  • Porque constitui uma proposta inovadora e vencedora?
  • Quais os recursos, humanos e financeiros que são necessários?
  • Qual o prazo previsto para começar a apresentar lucros?
  • Quais são os pontos fortes e fracos do projeto?
  • Quais as suas referências e a sua experiência relevante para o projeto concreto?

2 – O histórico da Companhia e/ou dos promotores

O histórico da companhia ou a experiência empresarial do empreendedor, devem ser apresentados. Os pontos mais importantes a salientar são:

  • Como é que o projeto surgiu e como é que foi introduzido na companhia. É uma empresa nova ou não e, se sim, porque é que se decidiu criar uma.
  • De que forma é que a experiência passada dos empresários pode contribuir para o sucesso do projeto? Têm experiência de gestão? Conhecem em profundidade a área de negócio?
  • Quais são os pontos fortes e os pontos fracos do projeto na ótica dos seus promotores?

É também muito importante definir neste tópico a missão e visão da empresa (A missão é uma declaração global que define os objetivos gerais da empresa, expressando os propósitos fundamentais da gestão no seu conjunto, fornecendo linhas gerais de desenvolvimento).

3 – Mercado subjacente

O mercado é a “arena” onde os planos de empreendedorismo irão ser levados a cabo. É muito importante definir o mercado para o novo produto em termos de dimensão, estádio de desenvolvimento, tipos de clientes e de competidores.

O tamanho do mercado ou o consumo anual do produto será definido em termos do âmbito do projeto em consideração. O tamanho do mercado pode ser avaliado pelo nível do consumo do produto numa dada cidade, país, grupo de países ou no mundo inteiro ou, alternativamente, em segmentos bem definidos de clientes com determinadas características (nichos de mercado). A acrescentar ao tamanho global do mercado, é importante ter claro o estádio de desenvolvimento do mesmo através da análise do ciclo de vida do mesmo.

É importante que nesta fase da análise, para ter dados mais concretos procure associações empresariais que lhe forneçam estatísticas credíveis de forma a fundamentar e justificar os dados fornecidos.

4 – Nova ideia e posicionamento no mercado

Esta é uma apresentação sumária do negócio proposto e dos executivos que estão a fazer a candidatura ao financiamento. O objetivo é dar confiança aos potenciais financiadores, fazendo-os crer que este é um negócio financeiramente sustentável e que os executivos possuem as necessárias qualificações empresariais e de gestão.

Qualquer parceiro/financiador tem de avaliar primordialmente três aspetos não financeiros da sua ideia:

  • O produto/serviço e o seu mercado;
  • Os recursos físicos e de produção necessários;
  • A capacidade de gestão do negócio dos promotores.

Essencialmente, o avaliador tentará perceber se a equipa terá capacidade para transformar a nova ideia em vendas que possam gerar a margem prevista.

5 – O projeto / produto / ideia

Esta seção deve descrever duma forma curta mas completa o estádio de desenvolvimento do projeto de empreendedorismo, sobretudo dos principais objetivos já atingidos.

O ênfase deverá ser dada ao produto/serviço, incluindo temas como patentes e/ou licenças, bem como a uma descrição exata do processo produtivo e todas as atividades necessárias ao lançamento do produto devem estar descritas e, por cada atividade, todas as ações necessárias.

Este último item é de crucial importância, uma vez que esta é uma das áreas onde os intervenientes tendem a ser demasiado otimistas, levando a que se subestimem os custos envolvidos e/ou o tempo de desenvolvimento. É essencial ser realista e ter em conta todas as possíveis dificuldades, para que estes fatos possam ser traduzidos nas projeções financeiras.

É também de especial importância que analise os pontos críticos no desenvolvimento do projeto.

Estes devem ser, mencionados, sendo que a reflexão sobre os pontos críticos permitirá antecipar as ações necessárias e os recursos que deverão ser mobilizados, reduzindo o risco associado ao mesmo. Por exemplo, se o fornecedor de determinado material é fundamental para a empresa é essencial garantir o prazo de entrega ao cliente, isso torna-o diferente dos outros fornecedores.

Deve-se tentar conseguir uma parceria com o fornecedor ou tentar encontrar uma lista de fornecedores alternativos que possam garantir o cumprimento dos prazos. Por outro lado, a análise dos pontos críticos deve permitir que os promotores se preparem, mesmo que não seja por escrito, para planos de contingência.

Nesta fase, é importante também que descreva o produto e a ideia corretamente, mencionando “o que é o produto ou serviço”, e “porque é que todos o vão comprar”.

Em termos de Marketing, os produtos podem ser divididos, de uma forma rudimentar, em duas classes básicas:

  • Market pull
  • Product push

O tipo de produto “Market Pull” é definido como tendo sido concebido em resultado de uma necessidade de mercado identificada e não satisfeita.

O produto “Push” nasce em resultado de uma invenção ou do desenvolvimento para o qual se procura encontrar uma aplicação. Tipicamente, o produto push provém de um trabalho de pesquisa da empresa ou do departamento de R&D enquanto processo de inovação e de empreendedorismo.

No caso de produtos que implicam a existência de um processo produtivo físico, com materiais, máquinas, etc., este processo deve estar detalhado em todas as componentes essenciais para o arranque e/ou lançamento do mesmo.

Para uma pequena empresa ou associação, isto pode implicar riscos demasiado elevados que podem tornar o projeto viável, num não atrativo para os potenciais financiadores. É possível reduzir o capital exigido através de subcontratação de produção a outras empresas e através de instrumentos financeiros de aquisição/aluguer de certos tipos de equipamento e maquinaria.

No entanto, estas estratégias devem ser ponderadas contra a necessidade de se conseguir um nível de produção suficientemente elevado e de qualidade, por forma a satisfazer os clientes.

Em anexo ao plano de negócios e relativamente a esta seção, devem ser incluídas descrições técnicas relevantes e licenças/patentes, quando aplicável.

  • Será você a produzir o produto ou irá subcontratar esse trabalho?
  • Qual é exatamente a maquinaria necessária e qual é o seu custo?
  • Temos uma definição clara do processo produtivo?
  • Quais são os custos de produção?
  • Qual a quantidade de matéria-prima que tem de ser adquirida, será ela armazenada ou comprada?
  • Quais são os seus fornecedores? Que relações tem previstas com eles? Qual é o tempo de entrega após a ordem de compra?

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6 – Estratégia comercial

Após termos definido claramente nas secções anteriores a Proposta Única de Valor do projeto, dever-se-á demonstrar como a empresa pensa apresentá-la ao mercado.

O primeiro passo essencial e óbvio é estabelecer um preço para o produto. Se este é completamente novo, isto poderá causar algumas dificuldades. No entanto, é normalmente possível determinar um preço com base no valor acrescentado que o produto irá oferecer ao seu consumidor.

Agregando todos os custos associados à produção, marketing e distribuição do produto numa base unitária criamos o valor mínimo para o produto. Este é o valor a partir do qual devemos depois estabelecer o valor final com base em margens típicas de mercado ou análises de valor acrescentado percebido pelo cliente.

Após definida a estratégia de Marketing, deverão ser definidos e implementados os circuitos e canais de vendas que são a base do processo de comunicação com o potencial comprador. Os elementos essenciais deste tipo de estratégias incluem:

  • A identificação de um leque suficientemente grande de potenciais clientes;
  • A criação de segmentos de clientes alvo, de acordo com critérios de segmentação a definir caso a caso;
  • A escolha dos canais que deverão ser explorados: diretos como Vendedores, Canal Telefónico ou Lojas Próprias ou indiretos como alianças com parceiros de distribuição, etc;
  • Desenvolvimento dos elementos de Imagem e Comunicação;
  • Desenvolvimento de uma Estratégia de Vendas eficaz, antecipando argumentos contra as resistências e as objeções;
  • Montagem e Formação das Forças de Vendas;
  • Identificação das ações de Marketing relevantes.

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7 – Projeções Financeiras

As projeções financeiras básicas: Vendas, Projeções de Cash-flow e Rentabilidade serão o último elemento vital para a determinação da viabilidade e atratividade da sua ideia para parceiros e potenciais investidores.

Recomendamos que nesta parte, se possível, recorra ao apoio de alguém com formação nesta área.

8 – Gestão e Controlo de negócios

Um dos papéis essenciais do Plano de Negócios é também demonstrar aos potenciais financiadores que o negócio será devidamente controlado a partir do momento que seja iniciado.

Será necessário produzir relatórios regulares, que são úteis tanto para a gestão da empresa como para entidades terceiras como auditores, inspeção fiscal e bancos. Existe a tendência para as pequenas empresas considerarem que uma documentação adequada e mesmo a contabilidade são uma perda de tempo que tem de ser feita apenas para obedecer a requisitos legais.

As três áreas fundamentais onde o controlo é imprescindível desde o início e onde deve incidir a maior atenção são:

  • Vendas
  • Produção
  • Informação Financeira

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9 – Investimentos necessários

Os passos anteriormente dados conduzem, normalmente, a que haja informação suficiente para permitir aos potenciais investidores uma tomada de decisão.

É, no entanto, comum recorrer também a um aconselhamento sobre quais as potenciais estruturas de financiamento.

Em termos gerais, as principais opções disponíveis são as participações no Capital da Empresa (pelos promotores ou entidades terceiras como as entidades de Capital de Risco) ou o financiamento com Capital Alheio, que pode revestir várias formas de divida: emissões obrigacionistas, empréstimos a curto e longo prazo, papel comercial, etc.

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Documentos de Suporte que deverão ser incluídos num plano de negócios de apoio ao empreendedorismo

No mínimo, deverão ser incluídos os seguintes anexos:

  • Modelo Financeiro preenchido e adequadamente justificado;
  • Deverão ser criados anexos com informação de mercado relevante para fundamentar os vários pressupostos citados para elaboração das projeções de Vendas e Custos. Declarações de impostos dos últimos 3 anos (para projetos sobre empresas já existentes);
  • Para negócios de franchising, uma cópia do contrato de franquia e todos os documentos de suporte fornecidos pelo franquiador;
  • Cópia da proposta de aluguer ou acordo de compra para construção do(s) espaço(s);
  • Cópia das licenças, patentes e outros documentos legais;
  • No caso de produtos, descrições e especificações técnicas;
  • Acordos de parcerias existentes, em caso aplicável;
  • CV’s dos promotores.

Estes são as dicas de apoio ao empreendedorismo que você deve seguir se quer ser um empreendedor de sucesso. Ao utilizar estas dicas de realização de um plano de negócio, será mais fácil construir o mesmo, mas em caso de dúvida não hesite em nos contactar.

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