Não dá mais para viver sem tecnologia, principalmente aquela que a gente carrega na palma da mão. Aparelhos como os smartphones já fazem parte do nosso dia a dia, da rotina de bilhões de pessoas ao redor do mundo.

Desde o primeiro smartphone, o modelo IBM Simon, lançado em 1993, até os modernos modelos disponíveis em lojas pelo mundo inteiro, muitos avanços e facilidades foram reunidos e hoje são acessíveis praticamente em qualquer lugar, permitindo ao usuário uma série de funcionalidades e, claro, a comunicação com uma infinidade de pessoas.

Mas, com todas essas facilidades e esse conforto, há também vários riscos – e, nesse artigo, você vai aprender a se proteger deles.

A junção perfeita entre telefonia e computação

Os aparelhos smartphones são o resultado do casamento entre conceitos de telefonia e computação – conceitos que já eram desenhados por Nikola Tesla em 1909. O primeiro aparelho que pode ser considerado como um modelo experimental para os smartphones foi criado por Theodore G. Paraskevakos, em 1971: ele funcionava ligado a um telefone comum e permitia funções simples de processamento de dados por meio de uma tela.

Mas o primeiro smartphone propriamente dito foi criado nos anos 1990, quando o termo nem sequer havia sido inventado – e era até difícil categorizar a engenhoca. Criado pela IBM, o aparelho permitia receber e enviar e-mails, usar a calculadora, um calendário e uma lista de contatos, além de fazer e receber ligações, é claro.

Criado para competir com os PDA’s (Personal Digital Assistants – “Assistentes Pessoais Digitais”) fabricados por empresas como Casio, Tandy e Apple, a IBM acabou unindo os dois conceitos.

A possibilidade de ter conexão com a internet por meio de um aparelho de telefonia (que, gradualmente, se tornou cada vez mais móvel), num único dispositivo, abriu as portas para o desenvolvimento do conceito de smartphone.

E, com toda essa conectividade, as possibilidades incríveis de desenvolvimento vieram acompanhadas de vários riscos crescentes aos usuários.

Quais os principais riscos aos usuários de smartphones?

Dentre as várias ameaças cibernéticas que podemos listar aos usuários não só de smartphones, mas de todos os tipos de aparelhos móveis com conexão à internet, podemos separar alguns perigos mais comuns e, claro, mais graves.

Toda rede oferece riscos aos usuários que se conectam a elas. Algumas oferecem mais proteção do que outras, mas todas elas apresentam certas vulnerabilidades – sem falar nos próprios comportamentos de seus usuários, que são fatores cruciais para determinar seus níveis de segurança.

Redes públicas são essencialmente mais desprotegidas. Muitos hackers, por meio de vários tipos de malware (inclusive por meio de aplicativos maliciosos disponíveis para baixar, ou até mesmo atualizações falsas), podem usar essas redes para infectar os aparelhos dos usuários e, assim, acessar informações sigilosas, prejudicar o funcionamento do aparelho e mesmo roubar dados importantes, como informações bancárias.

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Qualquer usuário conectado à internet é um alvo em potencial, e as probabilidades de ser atingido são diretamente influenciadas à segurança dos aplicativos do dispositivo móvel, ao nível de segurança da rede e aos próprios comportamentos pessoais.

Há muitos mecanismos que ajudam a minimizar esses riscos e tornar sua conexão mais segura, protegendo seus dados e, consequentemente, os dados dos demais usuários ligados à rede. Um dos principais mecanismos s são os provedores VPN.

Provedores VPN: os canivetes-suíços dos dispositivos móveis

Se você quiser montar um “kit de primeiros socorros” para o seu smartphone, um provedor VPN é um item obrigatório. Mas, o que significa esse termo e o que é um provedor VPN?

VPN é a sigla inglesa para Virtual Private Network, “Rede Virtual Privada”, uma rede customizada pelo usuário que permite alterar certos aspectos da conexão e que é construída em cima da infraestrutura de outra rede. Um provedor desse tipo de rede é um aplicativo que permite o acesso aos recursos de uma rede VPN.

Com um provedor VPN, você pode mudar sua geolocalização alterando o endereço de IP (Internet Protocol, “Protocolo de Internet”) do seu dispositivo conectado à internet, além de impedir que seu provedor diminua a velocidade da sua conexão (um recurso bastante usado por provedores para “desafogar” as redes).

Além disso, esses provedores permitem a criptografia dos dados que fluem pela rede, aprimorando sua segurança e diminuindo drasticamente os riscos de invasão de qualquer hacker ao seu dispositivo. Esses recursos são especialmente úteis quando você utilizar redes públicas de Wi-Fi (como em lojas, cafeterias, shoppings, bares, restaurantes, aeroportos, rodoviárias, hospitais, etc.), que são naturalmente mais vulneráveis.

O mais recomendável é procurar provedores VPN confiáveis e com preços acessíveis, compatíveis com o sistema operacional do seu smartphone – os mais convencionais são feitos especialmente para dispositivos com SO Android, mas há aplicativos do gênero para todos os tipos de sistema operacional.

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