O aplicativo pode ser usado como loja virtual, em plataforma independente. Saiba os que é isso

 O Facebook revolucionou as formas de interação no mundo virtual, e lançou mais um avanço: recentemente, seu criador, Mark Zuckerberg, anunciou que o aplicativo Facebook Messenger, com mais de 700 milhões de adeptos no mundo todo, pode ser usado como plataforma independente por lojas virtuais. Com a mudança, o recurso será chamado de Business for Messenger.

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Com a novidade, o aplicativo de troca de mensagens do Facebook se transforma em uma verdadeira plataforma de compras. Usuários que possuem o cadastro das informações do cartão de crédito nas lojas e já têm uma conversa iniciada com a marca poderão comprar diretamente no aplicativo de mensagens que agora, também faz negócios.

Além disso, os clientes podem conversar de forma prática e direta com as empresas sobre as compras ou as transações que fizeram ou pretendem realizar, e, ainda, alterar ou cancelar os pedidos em tempo real e fazer o rastreamento dos itens, já que as respostas chegam instantaneamente.

Outra facilidade que o novo recurso permite é o de receber as atualizações do comércio via aplicativo, ao invés de receber dezenas de informações que tendem a cair direto na caixa de spam do email do cliente.

O contato pessoal e em tempo real com o consumidor, no entanto, ainda está em fase de testes, disponível para alguns parceiros selecionados nos Estados Unidos. A empresa Uber, por exemplo, permitirá pela primeira vez que os usuários do aplicativo no país possam solicitar veículos, através do Messenger. A expansão internacional será organizada futuramente, dependendo do resultado dessa nova experiência.

Com a plataforma, o Facebook tem o intuito não só de conectar empresas e clientes de forma próxima e individualizada, mas também pretende aumentar a popularidade dos seus serviços e evitar o isolamento do aplicativo na rede social, uma vez que seus concorrentes já utilizam o recurso do chat de maneira ampla e interativa.

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AS ESTRATÉIAS DO BUSINESS ON MESSENGER PARA ATRAIR PARCEIROS

 O consumidor migrou para o espaço online. Segundo dados de 2014, foram mais de 11 milhões de compradores em lojas virtuais. Grande parte destes potenciais consumidores realiza pesquisas e acessa a loja virtual através de seu tablet ou smartphone, mas 52% preferem concluir a compra por meio de um aplicativo, ao invés de usar o site da empresa. É aí que entra a possibilidade do novo recurso, embora ainda sem garantia de eficácia, muito menos de segurança, fator chave para a transação ser concluída.

Muitos empreendedores poderão se interessar pela facilidade em vender seus produtos pelo Businesses on Messenger no Brasil, encontrando na plataforma uma oportunidade de desenvolver sua loja virtual de maneira rápida. O recurso é uma espécie de atendimento ao cliente online e tem como objetivo otimizar o tempo do consumidor, já que, para quem está comprando, a agilidade é um diferencial positivo para fechar o negócio.

No entanto, a prática pode limitar os empreendedores que querem avançar nos negócios com boa estrutura e desenvolver a credibilidade no varejo online, principalmente aqueles que ainda estão começando a atuar no e-commerce. Isto pode acontecer porque, ter uma loja online requer a construção de um projeto de negócios, esquema de segurança contra fraudes e uma equipe capacitada para realizar as vendas, a entrega e o atendimento ao cliente, antes, durante e após a compra.

Todo este processo de desenvolvimento deve ser bem conduzido e, na maioria das vezes, não é feito do dia para noite, então, é necessário pensar bem antes de cada nova etapa ao invés de se lançar de uma vez no comércio para que as vendas cresçam exponencialmente.

O QUE UMA PLATAFORMA DE ECOMMERCE SEGURA PRECISA TER

A preferência por realizar compras direto em aplicativos está ligada, entre outros motivos, à segurança no momento da compra. A empresa Serasa Experian alerta, ainda, que a maioria das lojas virtuais que fecha no Brasil tem como motivo o prejuízo gerado pelas fraudes quando o usuário finalmente está realizando o pagamento. Sendo assim, uma plataforma de ecommerce segura é essencial.

Métodos simples, possibilitados pela tecnologia, impedem que o e-commerce se torne uma ameaça para os clientes. Um site criptografado, por exemplo, garante o sigilo das informações confidenciais trocadas durante o processo. Tornar a loja blindada com o auxílio de ferramentas que detectam as vulnerabilidades como malware e clonagem de cartões também aumenta a credibilidade do e-commerce. Deixar públicas estas medidas em uma página de informações institucionais também é uma boa estratégia para provar ao usuário que ele está, sim, protegido quando utiliza a plataforma.

É possível criar uma loja segura e capaz de conquistar a confiança do cliente com uma só ferramenta, que, ao contrário do recém-lançado Business on Facebook, traz todas as medidas de proteção, e ainda abriga tanto um site quanto aplicativo e permite que o usuário monitore sua compra. É o Shopify, plataforma facilitadora para criação de lojas virtuais.

De uma só vez, hospedagem segura, administração simplificada, controle do layout e códigos HTML e CSS e interação com as redes sociais são entregues ao empreendedor que já tem e quer ampliar ou que está pensando em iniciar um negócio online. A plataforma já conta com mais de 243 mil lojas, que comercializam mais de US$ 14 bilhões em produtos de todos os tipos. Lá, você pode trabalhar com produtos que vão desde o gerador de código de barras até a ajuda na escolha do nome e slogan do ecommerce.

A insegurança do e-commerce não deve ser motivo de preocupação para quem está comprando. Por isso, os novos empreendedores precisam apostar em soluções de proteção certeiras e reconhecidas. Iniciar as vendas online através do Facebook Messenger pode acabar se tornando um perigo, pois ainda não há resultados comprovados sobre a política de segurança muito menos sobre a experiência da compra. A insegurança pode significar o fechamento definitivo de um comércio que poderia prosperar se aproveitasse uma oportunidade confiável.

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