Se as pulgas e carrapatos são parasitas incômodos para os tutores, imagine para os pets que têm desconfortos físicos e podem ter problemas de saúde graves relacionados à presença desses parasitas no ambiente doméstico.

Por essa razão a melhor conduta a adotar com pulgas e carrapatos é preveni-los em vez de buscar alternativas apenas se os cães e gatos de casa apresentarem sintomas relacionados ao contágio desses parasitas.

Como os parasitas surgem?

Inicialmente os tutores devem estar atentos em como as pulgas e carrapatos podem surgir em casa e afetar cães e gatos. Esses animais vivem na pelagem de hospedeiros, mas também podem ser encontrados em ambientes externos.

Os ovos e larvas de pulgas e carrapatos ficam, principalmente, em locais com sombra, baixa umidade e calor.

Por essa razão eles podem ser encontrados em locais como frestas de assoalho, carpetes, sofás, caminhas etc. Além disso, nos espaços externos, como quintais, jardins e praças eles podem estar entre as folhas secas, palhas e madeira.

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Dessa forma, o seu pet pode contaminar-se ao frequentar qualquer um desses espaços, ao ter contato com animais infectados e também se os parasitas já estiverem infestando a casa.

Quais problemas os pets podem ter devido aos parasitas?

Um dos principais problemas relacionados à contaminação com pulgas e carrapatos é a dermatite. Ela pode ocorrer tanto em decorrência das picadas como também no caso dos cães ou gatos serem alérgicos à saliva desses parasitas.

Outro aspecto que pode atrapalhar a vida do seu pet são as feridas na pele, queda de pelo e vermelhidão em decorrência das picadas e da coceira posterior.

Quando o assunto são as pulgas, além a coceira, elas podem ser responsáveis por um verme intestinal chamado Dipylidium caninum se o cão engolir o parasita. Alguns sintomas da presença desse verme incluem diarreia e perda de peso.

Já os carrapatos são muito conhecidos pelas doenças que podem transmitir. As mais preocupantes e recorrentes incluem:

  • Erliquiose: transmitida pelo carrapato marrom os sintomas da doença na fase aguda incluem febre, falta de apetite e fraqueza muscular;
  • Babesiose: também transmitida pelo carrapato marrom infectado, a babesiose tem sintomas como febre, anorexia, urina escura, mucosas pálidas e amareladas.

Ao identificar qualquer desses sintomas no pet é fundamental buscar um auxílio veterinário urgente para diagnóstico e início do tratamento.

Quais as melhores práticas para evitar pulgas e carrapatos?

Existem diversas práticas que podem ser adotadas pelos tutores como opções profiláticas no caso de pulgas e carrapatos. As mais conhecidas e eficientes incluem:

  • Coleiras antipulgas: esses produtos têm substâncias que se espalham pelo organismo do animal,
    prevenindo a contaminação. Como benefício a proteção pode durar até seis meses;
  • Sprays: uma opção de tratamento e eliminação de pulgas e carrapatos, os sprays são facilmente
    aplicados, sendo administrados no sentido contrário ao do crescimento do pelo;
  • Medicamentos orais: essa opção de tratamento é indicada no caso de infestações maiores e também é indicada para prevenir a contaminação por meses;
  • Shampoo: os shampoos antipulgas também auxiliam no combate as pulgas e carrapatos, no entanto, o tutor deve ter uma atenção extra nesse tipo de tratamento, pois os componentes químicos do produto não devem ser ingeridos pelo animal.

Portanto, apesar de os desconfortos para pets e tutores serem variados quando o assunto são pulgas e carrapatos, existem diversas opções de tratamentos e profiláticos, sendo importante manter atenção no comportamento do animal para identificar a presença dos parasitas precocemente.

Destaca-se ainda que, se a infestação de pulgas e carrapatos atingir a residência e os espaços frequentados pelo animal é importante fazer uma descontaminação do ambiente para evitar um novo contágio.

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