como a poluição urbana prejudica os pets

Sejam gatos, cachorros, periquitos ou até hamsters, todos eles são tratados
como nossos filhinhos, e tememos por suas saúdes. É aí que chega a
preocupação com a poluição ambiental e como ela pode afetar a saúde dos
nossos amigos peludos. Que tal fazer uma leitura sobre como a poluição pode
afetar nossos animais de estimação e no que podemos ajudar?

Cães e gatos são conhecidos por seu olfato deveras aguçado, imagina como
eles devem se sentir ao respirar o denso ar das manhãs de São Paulo, por
exemplo. Os habitantes de cidades grandes, tais quais SP, Rio e Brasília
costumam ser os mais afetados pela poluição, tanto sonora quanto do ar.

Para fazer uma breve citação, de acordo com os médicos veterinários das
cidades grandes, quando se realiza uma necropsia de um cão que vive na
cidade, descobre-se que seus brônquios possuem uma cor preta, isso quando
não se encontram machucados e até tumorosos.

Quais as consequências de manter um gato ou
cachorro na cidade

Citamos esses dois pets por serem os mais comuns e termos mais acesso aos
dados que lhe dizem respeito, mas, para os cães e gatos, assim como os
outros animais, os problemas mais comuns decorrentes da poluição ambiental
são:

  • Alergias;
  • Dificuldade em respirar;
  • Tumores do pulmão;
  • Degeneração de neurônios corticais;
  • Asma;
  • Tosse;
  • Bronquite;
  • Entre outras complicações do trato respiratório.

Em épocas de escassez de chuvas os problemas podem ser ainda maiores, já
que a poluição se concentra, e os animais sofrem mais. As partículas de
poluentes, sejam poeira, fuligem, elementos tóxicos pesados e outros, se
acumulam no chão ou em suspensão, entrando pelas narinas dos nossos
animais quando estão nas ruas ou mesmo em casa.

Os mesmos elementos que nos despertam rinite, sinusite, entre outros, causam
em nossos animais alguns problemas respiratórios que nem sempre são
documentados. Se você vive numa metrópole e possui um pet, preste atenção
nos conselhos que daremos a seguir.

Veja também:

Conselhos para donos de pets

Ter um gato é bem diferente de ter um cão, mas alguns cuidados entre eles
são muito semelhantes e a gente nem toma nota a respeito disso. Que tal
vermos alguns conselhos que, principalmente você, dono de um gatinho ou
gatinha, provavelmente não está praticando ainda:

  • Leve seu pet ao campo! Sair do ambiente metropolitano é muito bom pra
    gente, para os animaizinhos também! Isso refresca o organismo deles
    e ainda proporciona uma super diversão!
  • Nunca fume dentro de casa, isso faz com que o acúmulo de fuligem seja
    bem alto no ambiente interno, e não precisamos disso, certo?
  • Leve o seu animalzinho para passear em horários mais calmos, sem
    tanto tráfego de carros. Isso, além de ser bem menos estressante para
    ele, fará com que ele não seja exposto aos poluentes em sua condição
    mais concentrada.
  • Mesmo que tenha um gato, leve-o para passear. O universo felino está
    se desabrochando ultimamente, e concepções antigas, como a
    dispensabilidade de passeios com o pet estão caindo por terra.

Tome nota e ajude seu pet

Seguindo nossos conselhos, você evitará uma série de complicações que nem
você nem seu amigo peludo desejam. Não somos aptos ainda de evitar a
poluição sonora, já que é um problema que aflige até a nós mesmos, mas, no
que podemos ajudar, como levar os animais para os ambientes externos
quando a concentração de carros é menor, o façamos.

Raças de cães e gatos que têm características braquicefálicas, ou seja,
aqueles com focinhos chatos como os Pugs, precisam de ainda mais atenção,
então, se você tem um pet como esse, faça um acompanhamento com o
veterinário para evitar surpresas indesejadas.

Concluindo

A poluição parece ter chegado para ficar em nossas vidas, e a não ser que
optemos pela absoluta reclusão, devemos lidar com ela como um
inconveniente que deve ter seus malefícios diminuídos até a quase exclusão.

Como tutor de um pet, tome conta de todos os ramos da vida do pequeno para
que você consiga promover uma boa qualidade de vida à ele, e, fazendo nossa
parte como responsáveis, poderemos ter um resultado bem feliz, e até mais
econômico frente aos problemas de saúde dos pequenos.

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